Parece que finalmente os oficiais de baixa patente decidiram simplesmente voltar a seguir a Pátria e pararam com as revoluções. Os tenentes fizeram inúmeras tentativas ao longo de todo o território nacional, mas felizmente nosso governo, com pulso forte, pôde conter essas afrontas contra ele, impedindo que obtivessem sucesso em suas reivindicações sem fundamento, simplesmente achando que poderiam fazer reformas na estrutura na qual o país se sustenta, o que, naturalmente, desestabilizaria completamente o sistema.
Ao conseguir conter essas revoltas, nosso governo se mostra forte militarmente, e que o sistema adotado é consistente e democrático, não precisando de novas reformas.
Os 18 do Forte foi um movimento que exemplificou a minoria populacional que era contra o governo, foi a forma do governo mostrar como lidar com os revoltosos sem fundamento. Mas mesmo assim, ainda decidiram fazer mais revoltas. A Comuna de Manaus foi outro exemplo da força do governo contra esses revolucionários. A revolta paulista e a Coluna Prestes foram exemplos de covardia dos tenentes, que acabaram fugindo, serpenteando Brasil adentro, como se as tropas federais já não tivessem o que fazer. No final, seu líder Luís Carlos Prestes fugiu do Brasil.
Isso serve, naturalmente, para mostrar o caráter real desses revoltosos que enxergam erros no modo como o Brasil é governado, mas agem de maneira incoerente em relação à princípios e ao respeito que a população merece, devendo ser respeitado o que ela realmente quer.
http://www.youtube.com/watch?v=23xOLFqDCUw&feature=fvsr
Jornal Republicano
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A união dos covardes
Também conhecida como "Coluna Prestes" pelos revoltosos seguidores do procurado "Luiz Carlos Prestes".
Iniciou-se um ano após o movimento dos 18 do Forte; um outro grupo de tenentes, com os mesmos ideais absurdos e sem fundamento, fizeram uma nova revolta, só que desta vez, em São Paulo.
Iniciou-se um ano após o movimento dos 18 do Forte; um outro grupo de tenentes, com os mesmos ideais absurdos e sem fundamento, fizeram uma nova revolta, só que desta vez, em São Paulo.
Esse grupo tomou a cidade de São Paulo por 3 semanas, bombardeando-a, deixando-a no cáos, comparável a uma grande barbárie, tamanha irresponsabilidade.
Quando o governo federal conseguiu reunir suas tropas e contratacar, os tenentes fogiram para Foz do Iguaçu, demonstrando sua incrível covardia.
Ao chegarem em Foz do Iguaçu, se encontram com outro grupo tenentista, com os mesmos ideais, covardes da mesma forma e fugidos. Após uma atitude traiçoeira, partem juntos para o interior do país, disseminando seus ideais inconsequentes, mentindo para a população e esparramando a discórdia na sociedade.
Quando o governo federal conseguiu reunir suas tropas e contratacar, os tenentes fogiram para Foz do Iguaçu, demonstrando sua incrível covardia.
Ao chegarem em Foz do Iguaçu, se encontram com outro grupo tenentista, com os mesmos ideais, covardes da mesma forma e fugidos. Após uma atitude traiçoeira, partem juntos para o interior do país, disseminando seus ideais inconsequentes, mentindo para a população e esparramando a discórdia na sociedade.
O exército nacional não conseguiu se juntar e partir para cidades interioranas para combaté-los diretamente. Felizmente a maioria do grupo(Coluna Prestes) acabou se perdendo pelo caminho.
Em 1927, após dois anos de peregrinação, o restante da Coluna Prestes, percebe o quão equivocados estavam e por um momento de lucidez pedem perdão a sua honrada pátria, que os absolve; outros tenentes, expondo novamente sua deslealdade com a pátria, fogem para alguns países da América Latina.
Fruto de uma " revolta " sem sentido ou escrúpulo.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Rebelião popularOntem, dia 29 de Agosto, encerrou-se uma outra rebelião por parte dos militares contra nosso governo, com alegações completamente incoerentes. Como se já não bastasse a Revolta Paulista, em Julho de 1924 também ocorreu a rebelião dos militares de Manaus, mais pro final do mês. Esse movimento desnecessário teve início dia 23 de Julho, mostrando insatisfação com o governo e alegando abusos de poder por parte dos oligarcas que controlavam o país. Concentraram-se em torno de contestar César do Rego Monteiro, mostrando apoiarem os rebeldes de São Paulo, fazendo as mesmas barbáries contra nosso governo.
Tudo começou na capital do Amazonas e rapidamente estendeu-se para a cidade de Óbidos no Pará, cuja posição era estratégica da cidade e possuía um forte. Inicialmente, o alvo era Belém, mas por diversos imprevistos os rebeldes se restringiram a Óbidos, controlando a passagem pelo Rio Amazonas e o governo de Manaus. Ontem ocorreu a repressão do movimento pelas forças federais, cumprindo seu mais que devido dever, pois o que os revoltosos de Manaus alegavam não tinha procedência.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Pânico na cidade federal.
No inicio deste mês de julho de 1924, mais precisamente dia 05, teve inicio a um movimento tenentista, onde militares sob a liderança de Isidoro Dias Lopes tomaram conta de outras importantes cidades do país. A rebelião abrangeu os estados de Mato Grosso, Amazonas, Pará, Sergipe, Rio Grande do Sul e a capital do país, São Paulo. Os revoltosos atacaram o Palácio dos Campos Elíseos, sede do governo estadual. Tal ato fez com que 300 mil pessoas mais o presidente de estado, Carlos de Campos, a refugiarem da cidade. São Paulo nunca testemunhou uma revolta tão grande ao ponto de levar a destruição de grande parte da cidade que devido a ausência do presidente passou a ser foco de resistência tenentista. O movimento revoltoso foi retrógrado, pois não levou benefícios à população e, portanto, o movimento deixou de ter apoio popular. As ações cometidas pelos revoltosos foram mais além o que é notado pelo fato de exigirem, no dia 10, a deposição do presidente Artur Bernades. Não resistindo à superioridade bélica das forças fiéis ao governo federal, os tenentes paulistas decidiriam deslocar o movimento para outra localidade. Porém a capital federal recebeu muitos danos monumentais e econômicos e com isso a angústias das pessoas assombravam as ruas de São Paulo. No dia 27 de julho de 1924, os militares paulistas romperam o cerco dos exércitos, alcançando a região norte do Paraná, na fronteira entre o Paraguai e a Argentina. Depois de conquistarem algumas cidades paranaenses e catarinenses, esses militares decidiram se unir aos militares da Coluna Gaúcha liderada por Luís Carlos Prestes.
domingo, 17 de abril de 2011
Revolta em Copacabana.
A Escola Militar também se levantou ao protesto, e ambas, a uma da madrugada, começaram esta ridícula ação contra o Estado Brasileiro.
Quem estava pro trás de toda essa zona nada mais era que o filho de Hermes da Fonseca, o capitão Euclides Hermes da Fonseca, que ontem ordenou a criação de trincheiras desde o portão do Forte até o farol, minando-se o terreno. Viraram também os canhões para o centro da cidade e ameaçaram a vida de vários brasileiros.
Durante toda a tarde, o Forte de Copacabana sofreu pressão republicana para rendição, quando 17 revoltosos decidiram, de maneira tola, enfrentar o poder republicano apenas com armas em punho. Um civil, que foi de acordo com o abuso contra nossa querida pátria, uniu-se e seguiu em marcha, até que as forças republicanas impediram a barbárie que pretendiam fazer, dois manifestantes sobreviveram.
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