quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pânico na cidade federal.


No inicio deste mês de julho de 1924, mais precisamente dia 05, teve inicio a um movimento tenentista, onde militares sob a liderança de Isidoro Dias Lopes tomaram conta de outras importantes cidades do país. A rebelião abrangeu os estados de Mato Grosso, Amazonas, Pará, Sergipe, Rio Grande do Sul e a capital do país, São Paulo. Os revoltosos atacaram o Palácio dos Campos Elíseos, sede do governo estadual. Tal ato fez com que 300 mil pessoas mais o presidente de estado, Carlos de Campos, a refugiarem da cidade. São Paulo nunca testemunhou uma revolta tão grande ao ponto de levar a destruição de grande parte da cidade que devido a ausência do presidente passou a ser foco de resistência tenentista. O movimento revoltoso foi retrógrado, pois não levou benefícios à população e, portanto, o movimento deixou de ter apoio popular. As ações cometidas pelos revoltosos foram mais além o que é notado pelo fato de exigirem, no dia 10, a deposição do presidente Artur Bernades. Não resistindo à superioridade bélica das forças fiéis ao governo federal, os tenentes paulistas decidiriam deslocar o movimento para outra localidade. Porém a capital federal recebeu muitos danos monumentais e econômicos e com isso a angústias das pessoas assombravam as ruas de São Paulo. No dia 27 de julho de 1924, os militares paulistas romperam o cerco dos exércitos, alcançando a região norte do Paraná, na fronteira entre o Paraguai e a Argentina. Depois de conquistarem algumas cidades paranaenses e catarinenses, esses militares decidiram se unir aos militares da Coluna Gaúcha liderada por Luís Carlos Prestes.

domingo, 17 de abril de 2011

Revolta em Copacabana.

Hoje, dia 5 de Julho de 1922, no forte de Copacabana-RJ, um grupo de militares de baixos postos levantarem-se em protesto ao fechamento do Clube Militar e da prisão do arruaceiro Hermes da Fonseca, que por pura teimosia, telegrafou que o exercito não deveria oprimir a população.

A Escola Militar também se levantou ao protesto, e ambas, a uma da madrugada, começaram esta ridícula ação contra o Estado Brasileiro.

Quem estava pro trás de toda essa zona nada mais era que o filho de Hermes da Fonseca, o capitão Euclides Hermes da Fonseca, que ontem ordenou a criação de trincheiras desde o portão do Forte até o farol, minando-se o terreno. Viraram também os canhões para o centro da cidade e ameaçaram a vida de vários brasileiros.

Durante toda a tarde, o Forte de Copacabana sofreu pressão republicana para rendição, quando 17 revoltosos decidiram, de maneira tola, enfrentar o poder republicano apenas com armas em punho. Um civil, que foi de acordo com o abuso contra nossa querida pátria, uniu-se e seguiu em marcha, até que as forças republicanas impediram a barbárie que pretendiam fazer, dois manifestantes sobreviveram.