sexta-feira, 6 de maio de 2011

O fim

Parece que finalmente os oficiais de baixa patente decidiram simplesmente voltar a seguir a Pátria e pararam com as revoluções. Os tenentes fizeram inúmeras tentativas ao longo de todo o território nacional, mas felizmente nosso governo, com pulso forte, pôde conter essas afrontas contra ele, impedindo que obtivessem sucesso em suas reivindicações sem fundamento, simplesmente achando que poderiam fazer reformas na estrutura na qual o país se sustenta, o que, naturalmente, desestabilizaria completamente o sistema.
Ao conseguir conter essas revoltas, nosso governo se mostra forte militarmente, e que o sistema adotado é consistente e democrático, não precisando de novas reformas.
Os 18 do Forte foi um movimento que exemplificou a minoria populacional que era contra o governo, foi a forma do governo mostrar como lidar com os revoltosos sem fundamento. Mas mesmo assim, ainda decidiram fazer mais revoltas. A Comuna de Manaus foi outro exemplo da força do governo contra esses revolucionários. A revolta paulista e a Coluna Prestes foram exemplos de covardia dos tenentes, que acabaram fugindo, serpenteando Brasil adentro, como se as tropas federais já não tivessem o que fazer. No final, seu líder Luís Carlos Prestes fugiu do Brasil.
Isso serve, naturalmente, para mostrar o caráter real desses revoltosos que enxergam erros no modo como o Brasil é governado, mas agem de maneira incoerente em relação à princípios e ao respeito que a população merece, devendo ser respeitado o que ela realmente quer.

http://www.youtube.com/watch?v=23xOLFqDCUw&feature=fvsr

A união dos covardes

              Também conhecida como "Coluna Prestes" pelos revoltosos seguidores do procurado "Luiz Carlos Prestes".
              Iniciou-se um ano após o movimento dos 18 do Forte; um outro grupo de tenentes, com os mesmos ideais absurdos e sem fundamento, fizeram uma nova revolta, só que desta vez, em São Paulo.
              Esse grupo tomou a cidade de São Paulo por 3 semanas, bombardeando-a, deixando-a no cáos, comparável a uma grande barbárie, tamanha irresponsabilidade.
             Quando o governo federal conseguiu reunir suas tropas e contratacar, os tenentes fogiram para Foz do Iguaçu, demonstrando sua incrível covardia.
            Ao chegarem em Foz do Iguaçu,  se encontram com outro grupo tenentista, com os mesmos ideais, covardes da mesma forma e fugidos. Após uma atitude traiçoeira, partem juntos para o interior do país, disseminando seus ideais inconsequentes, mentindo para a população e esparramando a discórdia na sociedade.
            O exército nacional não conseguiu se juntar e partir para cidades interioranas para combaté-los diretamente. Felizmente a maioria do grupo(Coluna Prestes) acabou se perdendo pelo caminho.
           Em 1927, após dois anos de peregrinação, o restante da Coluna Prestes, percebe o quão equivocados estavam e por um momento de lucidez pedem perdão a sua honrada pátria, que os absolve; outros tenentes, expondo novamente sua deslealdade com a pátria, fogem para alguns países da América Latina.    
                 
                            

                Fruto de uma  " revolta "  sem sentido ou escrúpulo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Rebelião popular

Ontem, dia 29 de Agosto, encerrou-se uma outra rebelião por parte dos militares contra nosso governo, com alegações completamente incoerentes. Como se já não bastasse a Revolta Paulista, em Julho de 1924 também ocorreu a rebelião dos militares de Manaus, mais pro final do mês. Esse movimento desnecessário teve início dia 23 de Julho, mostrando insatisfação com o governo e alegando abusos de poder por parte dos oligarcas que controlavam o país. Concentraram-se em torno de contestar César do Rego Monteiro, mostrando apoiarem os rebeldes de São Paulo, fazendo as mesmas barbáries contra nosso governo.
Tudo começou na capital do Amazonas e rapidamente estendeu-se para a cidade de Óbidos no Pará, cuja posição era estratégica da cidade e possuía um forte. Inicialmente, o alvo era Belém, mas por diversos imprevistos os rebeldes se restringiram a Óbidos, controlando a passagem pelo Rio Amazonas e o governo de Manaus. Ontem ocorreu a repressão do movimento pelas forças federais, cumprindo seu mais que devido dever, pois o que os revoltosos de Manaus alegavam não tinha procedência.